A última ceia

Introdução aos textos reflexivos

Sempre é bom escrever um pensamento, registrar algum momento, eternizar o momento e poder compartilhá-lo, isto para mim é um prazer. Escrever é um prazer, viver é um prazer, assim como criar e fazer esboços. Destes esboços torná-los um projeto pronto, não como o homem, um projeto inacabado como dizia Sartre. Fazer acontecer.


A última ceia

Diz uma lenda referente à pintura da “Última Ceia”:

Ao conceber este quadro, Leonardo da Vinci deparou-se com uma frande dificuldade: precisava pintar o bem – na imagem de Jesus, e o mal – na figura de Judas, o amigo que resolvera traí-lo durante o jantar. Interrompeu o trabalho no meio até que conseguisse encontrar os modelos ideais.

Certo dia, quando assistia a um coral, viu em um dos jovens a imagem perfeita de Cristo. O Convidou para seu ateliê e reproduziu seus traços em estudos e esboços.
Passaram-se três anos. A “Última Ceia” estava quase pronta, mas da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal para Judas. O Cardeal responsável pela igreja, começou a pressioná-lo, exigindo que terminasse logo o mural.

Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sargeta. Imediatamente, pediu a seus assistentes que o levassem até a Igreja.
Da Vinci copiava as linhas da impiedade, do pecado, do egoísmo, tão bem delineadas na face do mendigo, que mal conseguia parar em pé.

Quando terminou, o jovem já um pouco refeito da bebedeira abriu os olhos e viu a pintura à sua frente. E disse numa mistura de espanto e tristeza:
-Eu já vi este quadro antes!
-Quando? Perguntou, surpreso, da Vinci.
-Há três anos, antes de perder tudo que eu tinha, numa época em que cantava em um coral. Tinha uma vida de sonhos e o artista me convidou para posar como modelo para a face de Jesus.

“O Bem e o Mal têm a mesma face; tudo depende apenas da época em que cruzam o caminho de cada ser humano”.

A Santa ceia – Pintura de Leonardo da Vinci

(Autor desconhecido)

Santa ceia

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Um comentário A última ceia

  1. Ai Denise, eu confesso que me irrito com esse negócio de ceia e ideologias religiosas. Nada contra aqueles que dizem amam os santos, cada um tem a vida que acha melhor e acredita no que lhe convencem. Mas acho que a questão fartura não é observada com ciência, muito pelo contrário porque muitas coisas que são servidas nessas ceias de natal, páscoa e sei lá mais o que, acabam no lixo. É o cúmulo do desperdedcio e as pessoas acham tudo muito natural.Beijos pra vc carissima

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